 |
Uma nova década, um novo Governo e novas mudanças político-econômicas que exigiam do empresariado brasileiro um "jogo-de-cintura" imediato para se adaptar ao mercado, além da criação de vantagens competitivas. Dentre essas novidades, estava a abertura à importação concedida pelo Governo Collor.
Devido a grandes transformações no mercado internacional e à globalização acelerada, muitas empresas de capital estrangeiro depararam-se com um novo rumo nas negociações. O Brasil começa a receber investimentos de empresas do mundo todo.
Esse novo caminho proporcionaria grandes conquistas mercadológicas; é nessa fase que muitas empresas começam então a expandirem-se e fundirem-se pelo mundo a procura de novos mercados.
A DAKO, passa a apostar no compromisso que envolve toda a sua cadeia produtiva. Em 1990, a empresa mudou-se para o seu novo parque fabril, ocupando uma área total de 130.000m² (40.000m² de área coberta) no Distrito Industrial de Campinas.
A nova fábrica possibilitou a unificação dos modernos processos de produção, permitindo um considerável aumento na produtividade, dentro dos mais exigentes padrões de qualidade e segurança.
Com investimentos ininterruptos na modernização do parque fabril, no aperfeiçoamento da rede de assistência técnica, atualizações dos produtos, e relacionamentos interpessoais voltados a seus funcionários, fornecedores, e clientes, a DAKO se projeta para o futuro conseguindo um novo marco.
Encabeçada por essa nova visão administrativa, a DAKO, confiante no mercado internacional começou a alargar suas fronteiras e resolve explorar outros continentes, começando assim a fase de exportações, onde em menos de oito anos, a empresa passou a fornecer seus produtos para mais de 50 países.
Dessa forma, a DAKO firmava, mais uma vez, sua capacidade de competição no mercado externo, fixação de marca e revelando excelência com relação aos padrões internacionais de qualidade.
|