 |
Os anos 70 - também conhecidos como "os anos negros da Ditadura Militar" - representam um período difícil na História do Brasil. Mesmo com as contradições políticas da época, a DAKO não parava de crescer e de conquistar o mercado.
O Governo divulga os anos 70 como sendo "a época do milagre econômico" e o consumo brasileiro cresce a olhos vistos. Os negócios prosperam: industriais e comerciantes têm que se adaptar ao novo ritmo acelerado do mercado, enfrentando uma concorrência agressiva e sofisticada.
É também uma época de grandes transformações na sociedade em todo mundo: a participação crescente da mulher além das fronteiras domésticas e o fim do seu papel como uma simples dona-de-casa torna-a mais exigente, querendo produtos práticos e funcionais.
Nesse momento, os fogões Dako consolidam-se como um produto indispensável nas casas brasileiras. DAKO torna-se um nome que passa de mãe para filha, de geração para geração. Mais uma prova de qualidade e da fidelização dos consumidores.
Para atender à demanda, a DAKO organiza seu parque fabril em linhas de montagem mais rápidas e produtivas, e acompanha as mudanças com novos modelos. É uma época de lançamentos que fizeram história: o Vedete (na década anterior, em 65), o Vedete Floral em 1972 e o Comodore Palace Hotel, em 1979. A produção atinge cifras recordes.
Porém o grande sucesso da época foi a segunda versão do modelo Palace Hotel, a gás, que surgiu em 1970, com uma produção mensal de cerca de 12.000 unidades. Ao final da década, mais precisamente em 1978, a DAKO encerrava a produção do Palace Hotel atingindo a marca de 42.000 fogões ao mês.
|