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Em comparação à década anterior, a DAKO mostra ao mercado sua capacidade como indústria, além de importante geradora de empregos. Em meados de 1941, a empresa mostra um importante aumento na produção atingindo a marca de 41 fogões por mês.
A partir de 1946, começam as operações da Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda. Isso abriu caminho para diminuir a dependência brasileira em relação aos manufaturados estrangeiros, criando assim, uma infra-estrutura para sua própria indústria mecânica, como conseqüência, a DAKO também cresce.
O sucesso dos fogões Piloto exige que a fábrica se modernize, adotando uma seqüência mais dinâmica de processos industriais. Além do Piloto, agora com a produção ampliada, produz-se também, em menor escala, fogões populares à lenha. Os dois tipos de fogão, além de servirem à cozinha, no inverno também funcionavam como aquecedores das casas.
Em 1947, dois anos após o fim da Guerra, aconteceu uma mudança fundamental: a fábrica foi transferida para Campinas, terra natal de Joaquim Penteado, onde encontraria as condições ideais para seu desenvolvimento.
Com a mudança, a DAKO torna-se uma das primeiras indústrias em atividade fora da cidade de São Paulo a investir no potencial de uma cidade do interior do Estado.
No fim da década de 40, o barateamento da energia elétrica com a construção de uma usina termoelétrica em São Paulo, permite o início de produção dos primeiros fogões elétricos nacionais.
O modelo Dako, com dois fornos, trazia um acessório que fez enorme sucesso entre as donas-de-casa da época: a bifeteira, uma chapa feita especialmente para fritar bifes.
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