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A história da DAKO começou em 16 de novembro de 1935, quando Joaquim Gabriel Penteado - o "Seu Joá" - adquiriu uma fábrica paulista de fogões, praticamente desativada. Com isso, é inaugurada a Sociedade Dako do Brasil, com um capital inicial de 400 contos de Réis, moeda corrente na época.
As cozinhas das cidades grandes usavam os fogões a carvão, mas esses representavam a minoria. Os moradores dos bairros de periferia e as camadas mais pobres da população ainda usavam a lenha para cozinhar.
Nessa época, o Brasil viajava de trem a vapor. Os aquecedores a carvão para os vagões de passageiros da "Paulista" surgiram como uma oportunidade para a pequena Dako, vislumbrada pelo "Seu Joá". Além disso, representava a ligação emotiva com o pai ferroviário; porém, a necessidade de mercado falou mais alto.
A origem do nome DAKO vem da abreviação do sobrenome de seu primeiro proprietário, o italiano Heitor Dácomo. Com os recursos então disponíveis, a DAKO mantinha uma produção mensal de 35 fogões, que eram produzidos de forma quase que artesanal. Os fogões a carvão, chamados de Piloto, em pouco tempo projetaram o nome DAKO em todo o País.
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