

O vinho pode ser: ácido, doce, adstringente, tanino, encorpado, leve. Pode ainda ter diferentes combinações destas características. Tais características vão afetar seu paladar na hora de tomá-lo, em um almoço ou jantar. A refeição escolhida pode ou não combinar com o vinho, e esta combinação, se for muito ruim, pode dificultar a apreciação tanto da comida quanto da bebida.
Por isso, existem listas de combinações entre vinhos e refeições. Você não vai decorar aquela lista que você recebeu no mercado sobre quais vinhos combinam mais com que pratos, não é?
Para facilitar a sua vida, preparamos uma série de dicas que permitem que você compreenda melhor o porquê destas combinações. Fique tranqüilo: se não fizer a combinação perfeita entre vinho e o prato preparado, pelo menos pode chegar perto e não complicar nem um nem outro.
Em primeiro lugar, entenda que o vinho é parte essencial da composição de um almoço ou jantar. Ele também é um dos itens ou ingredientes da refeição. Portanto ele influencia no paladar do alimento e vice-versa, podendo valorizar ou destruir uma receita.
Uma regra básica é: Carnes e Massas combinam com vinhos tintos; Peixes combinam com vinhos brancos.
MAS NEM SEMPRE!
Acidez : Combine a acidez pelo contraste.
Para massas com molho de tomate você pode combinar com um vinho tinto menos ácido.
Para massa com um molho cremoso você combina com um vinho tinto mais ácido.
Corpo : Escolha um vinho que suporte o alimento.
Para pratos mais leves combine vinhos mais jovens.
Para pratos mais fortes combine vinhos encorpados.
Outro exemplo: se preparamos uma massa com molho de tomate, podemos combinar com um vinho tinto jovem de baixa acidez, ou se você preferir, tome um vinho branco frutado.